Depois da aventura que eu fiz com minha amiga e seu caso. Queria fazer alguma coisa diferente ousado, porém não sabia o que direito. Durante semana quando estava transando com meu marido-corno, pedi para ele passar o dedo no meu cuzinho. Rápida este atendeu e ficou mostrando o dedo bem na portinha. Falei para ele aproveita, pois prosseguirei dar para outro, pois sei que é isso que vc almeja. Na hora falou que não ! Mas eu insisti até ele falar que sim. Durante a semana conversei com minha amiga se ela se importaria se eu saísse com o caso dela sem ela. Óbvio que concordou e ajeitou tudo. Minha dúvida era prosseguirei sozinha ou levo meu marido?? Determinar em transpor sozinha de novo. Combinei que seria no sábado na secção da tardiamente. Falei com meu marido, que queria fazer ele de corno de novo e iria entregar o meu cuzinho. Este aceitou, mesmo porque não dei escolha. Sábado ! Enfim chegou estava muito ansiosa , preparada e decidida. Me arrumei, coloquei uma saia sem calça, uma sapatilha e uma blusa branca básica. Chamei meu marido, paixão, está na hora do nosso compromisso.Meu coração estava batendo 1000 por hora. Chegamos adiantado do prédio dei um selinho e falei te senhoril te ligo daqui pequeno número de horas. Quando saí do coche e minhas pernas estavam tremendo, porque era a primeira vez que iria fazer isso sozinha, porém quando vi já estava tocando a guizo. Não demorou muito ele abriu a porta pegou na minha mão me puxando para dentro elogiou minha roupa, fazendo e conceder uma viravolta. Falou fique a vontade prosseguirei penetrar uma espumante, sentei nessas banqueta de barzinho esperando este me servi e brindamos ao prazer. Dessa vez o moço estava comportado, porque da outra vez só de sunga. Depois do brinde veio na minha direção virou a cadeira e roubou um beijo e no outro momento tirou minha blusa e baixou minha saia fiquei nua nisso eu levantei e comecei a tirar a roupa dele, primeiro a camiseta e depois a bermuda, seu pinto já estava teso igual uma pedra, dei umas passadas de mão e fomos para sala, fiquei de joelho baixei a cueca dele e comecei a chupar aquela rola babando igual uma louca, este segurava minha carola pressionando para engolir tudo, sentia seu pau vibrando na minha boca, lambia as bolas e esfregava aquele cacete na minha face e depois ele segurou meu cabelo e deu uns tapas com a rola na minha face, eu parecia uma cadelinha com a língua pra fora com rosto de safado e meu companheiro guloso falando chupa gostoso, minha puta chupa, engole tudo…nessa hora me sentia uma vadia sem princípios qualquer, mas continuei chupando e engolindo muito gostoso. Fomos para o quarto dele eu fique deitada com as pernas bem oportunidade recebi um vocal muito gostoso este me chupou mostrando a língua até meu cuzinho, nesta hora fiquei toda arrepiada. Ele colocou a camisa-de-vênus e ficou brincando algo naquele esfrega judiando, e deu uns dois tapas na minha bunda, falei para este mete logo, quero sentir sua rola dentro de mim quando este colocou a cabecinha já está delirando, logo logo após ele começou a bombar rápido, tentava segura os gemidos porém era mais poderoso do que eu, gemias muito alto uma sensação de liberdade e empoderamento, mudamos do posição e ficamos de bruço muito abraçadinho, dando uns beijos e eu gemendo no ouvido dele, nisso ele ficou passando a mão na minha bunda chegou até meu cuzinho com seu dedo e falou no meu ouvido, é hoje em dia que prosseguirei saborear seu cuzinho, muito gostoso, eu ja quase gozando falei que sim, este me beijou e sentia a carola do pau dele vibrar de tanto tesao, mudamos mais uma vez de posição, ele ficou em pé eu deitada na leito, não demorou eu gozei bem gostoso, minhas pernas começou a tremer ele disse que queria gozar na minha rosto, fiquei de joelho tirei a camisinha, dei uma chupada engolindo a rola dele …. logo tirei o pau da boca e comecei a masturbar pedindo para ele gozar na minha face …não demorou senti o jato no meu olho e varios outros que lambuzou toda minha rosto, sensação gostosa e ainda por cima esfregou o pau na minha bochecha e fiz questão de dar uma s chupadas até a última pingo. Fiquei deitada por poucos minutos curtinho meu gozo e a gozada, não estava acreditando o que tinha realizado, ficava imaginando como ia contar para o meu corno …levantei e fui tomar banho sozinha para me recuperar, pois o melhor ainda estava por vim. Voltei para o quarto pelada este trouxe um suco para mim, quando terminei este já me agarrou por trás com aquele cacete me pressionando e chupando meu pescoço lambendo minha ouvido, mostrando a mão nos meus peitos, já estava toda molhada, ajoelhei novamente e chupei aquela rola gostosa deixando bem babadinho. Fiquei de 4 este ficou chupando meu cuzinho… e eu me masturbando, colocou a camisa-de-vênus e tome lê rola, este pegou um lubrificante colocou na ponta do meu cuzinho lambuzou e enfiou um dedo, nessa hora doeu um pouco, mas este não parou de pregar na minha buceta ai me virou de ladinho, fique de dorso para este com as pernas arreganhada e lentamente começou a comer meu cuzinho, estava doendo muitooo este ficava falando xiiii, relaxa, relaxa e começou a me masturbar minha xaninha e mentendo, relaxei e quando vi este já estava com toda sua rola na minha bundinha, aumentando a pressão Era uma mistura dor e tesao, fiquei de 4 com a nádegas muito empinada, gritava, gemia e este metendo sem interromper …não demorou este gozou, no meu cuzinho, senti a cabeça dele arrobando meu cuzinho, ele tirou aquele moca me deu um ósculo com aquela cara que tinha adorado tirar minha virgindade anal. Confesso que no início não gostei e depois ficou gostoso e fiquei orgulhosa de mim mesmo pela mandamento. Relaxamos algo e liguei para meu corno dirigir-se me buscar. Fiz questão de contar todos e cada um dos pormenores para meu corno, nesse dia este meu comeu bastante gostoso e ficava perguntando se realmente tinha constituído tudo e eu asseverava que sim e ainda deixei no espaço tudo isso é mas algo. Agora meu marido também deseja ingerir meu cuzinho, falei para ele só depois que eu dar mais uma vez, só que desta vez adiantado dele, para ele azeitar muito gostoso. Não vejo a hora …Beijos e até aproxima.

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Era tardiamente da noite, e por grave do sudário eu percebi minha prima espiando se eu ainda estava acordado, ao que eu fechei os olhos quando ela olhou. Imaginando que eu já estivesse dormindo ela foi até o DVD e colocou um filme pornô. Deduzi pelos gemidos a insignificante volume que só quem estava no quarto poderia escutar. Logo pude ouvir também os próprios gemidos dela e som de sua masturbação, mas eu estava voltado de costas na cama, e precisava ver aquilo. Eu era virgem, e também nunca tinha visto uma pequena se masturbando. Meu pau já estava teso feito pedra, e naquele pequeno calção sem cueca como me encontrava, não daria para embuçar caso ela me visse. Tentei ir girando devagar, e quando percebia meu movimento, ela mudava para um ducto de televisão, e disfarçava até pensar que eu somente me movimentava durante o sono. Até o momento que quando me encontrava a meio giro para seu lado, ela virou de uma vez, quase me surpreendendo. Continuei fingindo dormir mas como estava reclinado com as costas para a cama, não pude esconder o volume da minha ereção sob o mortalha. Ela se levantou e veio até minha leito, e começou a me sacudir: — Léo! Eu sei que tu está fingindo, olha cá pra mim. Fingi ainda estar acordando naquele minuto e bocejando. — O que foi? — O que foi que tu viu? — Nada. — É fechado Léo. Não conta pra ninguém, por obséquio. — Contar o quê? — Vai continuar fingindo? Que pena, ia deixar você assistir também. — Tá legítimo, eu vi Manu. Desculpe, porém prometo que não vou contar nada. — Você que ver também? — Sim evidente. E ficamos os dois assistindo o filme pornô, porém percebi que nossas atenções começaram a se retornar mas um para o outro do que para o filme, já que os dois nos masturbavamos sob o lençol, e um corpo de verdade era milénio vezes mais excitante do que a ficção. — Léo… — Sim. — Você têm namorada? — Não. — Então nunca fez isso… — Não. E você? Já fez com seu namorado? — Ainda não. Sinto um pouco de susto, e vergonha. — De quê? Você é incrível. — Você acha? — Evidente. Minhas amigos são loucos por você. — Léo… Quer caminhar cá pra cama? Antes que eu percebesse ter escutado errado, sento ao lado dela na leito, que sobe o lençol para ocultar nós dois sob o mesmo. E voltamos a nos masturbar, porém dessa vez unicamente olhando a atividade um do outro. — Léo, posso pegar na seu pau. — Evidente, Manu. Sentir pela primeira vez uma mão que não fosse a minha subindo e descendo pelo meu moca quase me leva a um orgasmo na mesma hora. Ela pega minha mão e leva até a própria buceta, e pude sentir aquele calor molhado do interno da minha prima dos sonhos, mesmo sem saber direito o que deveria fazer. Ela percebeu meu nervosismo, e guiou minha moleira até o seu belíssimo mama juvenil, que pôs para fora da camisola que usava. Provar o corpo feminino pela primeira vez, e daquela forma tão arriscada e proibida, foi demais para mim, que ao sentir sua mão qualquer vez mais possante no meu pau, não resisti e gozei jatos fortes que atingiram seus seios e abdômen, escorrendo em direção a sua virilha. Ao ver-se daquela forma lambuzada de semente, minha prima enlouquece e cai de boca no meu pau que ainda pulsava jorrando esperma quente em sua boca. — Caralho que gostoso Léo. Eu quero este dentro, coloca vai! Novamente sem aguardar outra ordem, e com meu moca sem molificar um milímetro, vou desajeitadamente me encaixando entre as pernas da minha prima, e com nossas genitais extremamente lubrificadas de tesão pela masturbação e meu gozo, meu pau escorrega sem dificuldades para dentro da buceta virgem de minha prima, ela está alguma coisa temerosa e me pede para ir vagarosamente, e vou controlando devagar a penetração. Me pergunta se já entrou tudo, e digo que não, e vou enterrando lenta e firmemente o cacete até que é perceptível para um e outro o rompimento de seu hímem, e meu pau entrando até o talo. Ela me pede para ficar pequeno número de minutos só parado lá dentro, enquanto faz uma face de dor. Pergunto se deseja que eu retire,porém ela diz que está tudo bem, só precisa se acostumar um pouco com o volume e aguardar o calor passar. Meu pau pulsa sentindo o molhadinho e calor de sua bucetinha, e após poucos minutos, ela diz que eu posso pregar vagarosamente. Quando começo a incorporar e quase tirar, tenho certeza que sexo é a coisa mas gostosa que existe, pois eu só queria mergulhar naquele corpo pelo resto da vida, ainda mas quando escutava seus pequenos gemidos e o som de melado que meu pau fazia na penetração. Eu só me lembrava de me monitorar vez por outra quando ela me pedia para ir mais vagarosamente. — Manu eu não consigo me fiscalizar. Tua buceta é gostosa demais! E percebi que falar coisas daquele jeito, a deixavam com ainda mais tesão, porque ela ignorava o desconforto da sua anterior virgindade, e empurrava a buceta em direção a meu pau. Abocanhei seus seios com uma mão e com a boca, e finalmente ela parecia não sentir mais dor, ou ignora-la cedendo ao tesão completo, porque intensificou o movimento me fazendo tentar seguir o ritmo cada vez crescente de suas investidas. Agora tudo o que os dois queríamos era ir mais forte, mais rápido e mais fundura dentro um do outro. Anuncio que estou prestes a gozar, pensando que talvez devesse fazer isso fora dela, nada obstante ela me aperta e diga que também está pronta e para gozarmos juntos. Ela atinge o clímax logo que termina de falar, e jamais um filme me mostrou o que é um orgasmos feminino de verdade. Seu corpo era pura “eletricidade” com espasmos rápidos e fortes, com ela me puxando com uma força e uma vontade que não imaginei serem próprios de uma pequena, virando o rosto para afundar no travesseiro ao lado a termo de arrebatar os gritos. Ter aquela maravilha toda acontecendo debaixo do meu corpo e em girata do meu pau, é demais para mim, a pequeno número de minutos um rapaz virgem que nunca tocara o corpo feminino, e meu pau explode em um gozo gostoso o restante de esperma dentro da buceta da minha prima. Nossos corpos ofegantes, recusam-se a se separar e permanecemos um bom tempo somente deitados lá com nossas genitálias saboreando uma a outra. — E aí prima, o que achou? — pergunto ofegante. — O que você acha? Semente, eu sabia que ia me viciar nessa situação. Quero mas. — Claro, mas você acha que alguém deve ter escutado a gente? — Não sei. Tranca a porta do quarto. — Porém sua mãe diz que nada de trancar a porta. O que ela vai pensar? — O que você acha que seria pior, pensar ou ver? A menos que você queira parar por aqui? Me levanto de subitâneo e tranco a porta do quarto. Não dormimos quase nada naquela noite, e sucumbimos à exaustão dos corpos. Somos despertados pelas batidas raivosas na porta pela manhã, ainda mas intensas depois de um ” — Já prosseguirei!” da Manu, que demorou o suficiente para vestirmos as roupas. Sem nenhuma termo unicamente encaramos o olhar furioso de minha tia à porta. De modo infeliz para ela, teria de permanecer em nossa vivenda até o final da reforma em seu apartamento. A Manu passou a dormir no quarto com ela. Mas não importa, não haviam mais barreiras no mundo que pudessem impedir nossos corpos de se comerem novamente.

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